O avanço da Inteligência Artificial no Judiciário trouxe à tona desafios que parecem saídos de um filme de espionagem: prompt injection, textos ocultos em petições e fraudes digitais sofisticadas. Diante dessa complexidade, o impulso nostálgico de "resgatar a velha máquina de escrever" surge como um refúgio tentador, mas seria essa a solução correta?
Em seu mais novo artigo para o ConJur, o presidente do Sinsa, Antonio Carlos Aguiar, reflete sobre a "ética do upgrade" e o comportamento que denomina como Digético. O autor argumenta que a tecnologia não criou a má-fé — apenas deu novas ferramentas a práticas humanas antigas. O verdadeiro desafio não é fugir do digital, mas sim adotar o Lifelong Learning e o "modo beta permanente" para garantir que a IA seja usada para a alteridade construtiva e o desenvolvimento humano.
Confira a reflexão completa sobre como navegar entre a tradição e a inovação com integridade.
👉 Leia o artigo na íntegra: https://www.conjur.com.br/2026-jun-05/achem-a-olivetti/
